segunda-feira, 14 de outubro de 2019
domingo, 13 de outubro de 2019
CONCURSO PREMIARÁ VÍDEOS DE ADOLESCENTES COM HISTÓRIAS DE PESSOAS OU PROJETOS QUE FAZEM A DIFERENÇA NA COMUNIDADE
O
Ministério da Cidadania vai premiar 351 vídeos (de um a dois minutos) desenvolvidos por adolescentes e jovens de 12 e 18 anos sobre histórias de
vida que sirvam como exemplo para a promoção da cidadania. O prêmio tem a
finalidade de revelar, reconhecer e promover pessoas que contribuam para a
melhoria da qualidade de vida da sociedade.
Os 324 vencedores da etapa estadual (12 por unidade da Federação) vão
receber prêmio no valor de R$ 3 mil cada; da etapa nacional participarão os 27
vídeos que obtiverem o primeiro lugar nos respectivos estados (e no DF) e
receberão prêmios de R$ 5 mil a R$ 20 mil, conforme classificação obtida no
final do certame. As inscrições podem ser feitas até as 12h do dia 12 de
novembro neste link.
Os
vídeos deverão abordar temas que:
I -
desenvolvam as diversas dimensões do ser humano, tais como física, emocional,
social, cultural e ética;
II -
articulem atores, espaços e saberes para promover o desenvolvimento das pessoas,
integrando os saberes comunitários (famílias, moradores, lideranças locais,
artistas) e os espaços físicos da comunidade (ruas, praças, escolas,
associações, centros culturais, instituições públicas ou privadas);
III -
enfrentem as desigualdades sociais;
IV -
criem arranjos diversificados e intersetoriais: responsabilidades partilhadas e
sintonia com os contextos locais.
Os
vídeos deverão exibir iniciativas que repercutam favoravelmente na qualidade de
vida das pessoas, por meio de ações relacionadas a, pelo menos, um dos
seguintes elementos:
a) Promoção e Proteção Social;
b) Valorização da cultura, história e
identidade das comunidades envolvidas;
c) Inclusão social, promoção e valorização
pessoal por meio da prática esportiva.
Para
maiores informações, acesso o site do Ministério da Cidadania.
sexta-feira, 10 de maio de 2019
I ENCONTRO REGIONAL DE ADOLESCENTES PELA PREVENÇÃO E ERRADICAÇÃO DO TRABALHO DA CRECE 15
Adolescentes de cinco municípios cearenses do Sertão dos Inhamuns se reuniram nessa sexta-feira (10 de maio) na cidade te Tauá-CE para debater sobre prevenção e erradicação do trabalho infantil.
segunda-feira, 29 de abril de 2019
NOTA PÚBLICA REPUDIA FALA DO PRESIDENTE E APONTA RISCO DE AUMENTO DA EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BRASIL
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| Acesse a nota aqui |
Crescem,
em todo o Brasil, as manifestações entidades defesa dos direitos das
mulheres e das pessoas LGBTI+, dos movimentos de defesas dos direitos humanos em geral, inclusive da criança e do adolescente, contra as declarações
do Presidente de República, Jair
Messias Bolsonaro, proferidas durante café da manhã com jornalistas, no dia
25/04/2019, no Palácio do Planalto, em que afirma: “Quem quiser vir aqui fazer sexo com uma mulher, fique à vontade. Agora,
não pode ficar conhecido como paraíso do mundo gay aqui dentro”.
As primeiras respostas vieram dos estados e municípios, que passaram a usar frases
de apoio ao turismo, porém contrárias à exploração sexual de suas mulheres. No
final da tarde esta segunda-feira (29/4), porém, uma nota pública passou a ser
assinada em nível nacional. Dentre os vários problemas apontados na fala do
Presidente, a nota destaca os riscos de aumento das já alarmantes estatísticas da
exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil, conforme trecho abaixo
transcrito:
"Mais de 250 mil crianças e adolescentes são
vítimas de exploração sexual no Brasil, segundo dados da UNICEF. A Organização
das Nações Unidas calcula que o tráfico de seres humanos para exploração sexual
movimenta cerca de 9 bilhões de dólares no mundo, e só perde em rentabilidade
para o mercado ilegal de drogas e armas. Se somarmos somente quatros anos de
2012 a 2016 de denúncias feitas (53.151) ao Disque 100, e considerarmos as
estimativas do canal de denúncia, chegaremos a uma média assustadora de
crianças exploradas sexualmente no Brasil: 513 vítimas a cada 24 horas. Segundo
o Disque 100, apenas 7 em cada 100 casos são notificados".
Os
números acima apontam mais de mil casos de violência sexual contra crianças e
adolescentes a cada dois dias no Brasil. Além das estatísticas alarmantes, é
preocupante a insuficiência e a ineficiência das políticas públicas.
Rotatividade, falta de capacitação e precarização nas relações de trabalho dos
profissionais se somam às precárias estruturas dos programas, projetos e equipamentos
de políticas públicas voltados para o enfretamento do problema. Por outro lado,
apesar de a sociedade reconhecer a gravidade do problema, muitos ainda
silenciam quando tomam conhecimento dos crimes, por medo, ou por não acreditar
no poder público. Existe ainda aqueles que tentam justificar o problema na
pobreza das famílias e na falta de políticas públicas. O que mais entristece, porém,
é ouvir a fala daqueles que veem as vítimas como culpadas pelo problema.
A
gravidade do problema pede ser vista em todo o Brasil no Programa Caldeirão do
Huck, que foi ao ar no dia 20.04.2019. Luciano Huck, apresentador do programa,
entrevistou profissionais e pessoas da comunidade, no Município de Iranduba-AM,
onde há registros de muitos casos de violência sexual. Uma ginecologista
contabilizou mais de três mil crianças e adolescentes violentadas, somente nos
casos por ela atendidos na cidade de Manaus e região. Alguns profissionais se
mostraram muito preocupados, porém impotentes diante da gravidade do problema.
Entre as pessoas da comunidade, houve mais falas no sentido de culpabilizar as
vítimas, do que seus algozes ou a falta de políticas públicas.
Diante
desse cenário, a fala do Presidente é vista com preocupação pelas entidades que
assinam a nota, que a vêm como um incentivo à exploração sexual das mulheres, o
que aumenta o risco de exploração sexual de crianças e adolescentes,
principalmente nas cidades litorâneas, destinos mais procuradores pelos
turistas.
Por
outro lado, os debates sobre as causas e as políticas públicas focadas no
enfrentamento do problema tendem a aumentar em todo o Brasil nesse período em
se aproxima o Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual de
Crianças e Adolescentes (18 de maio).
Para
ler e/ou assinar a nota, acesse este link.
quinta-feira, 4 de abril de 2019
PETECA EM INGLÊS E ESPANHOL - PARCERIA COM CENTRO CEARENSE DE LÍNGUAS MARANGUAPE
quinta-feira, 21 de março de 2019
GUIA METODOLÓGICO DOS COMITÊS DE ADOLESCENTES PELA PREVENÇÃO E ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL
1. ESCOPO DO PROJETO
O presente projeto tem por objetivo mobilizar
adolescentes e engajá-los nas ações de prevenção e erradicação do trabalho
infantil, além de assegurar-lhes o direito de participação sociopolítica, isto é,
efetiva participação nos espaços de discussão e deliberação de políticas
públicas que afetem suas vidas e suas comunidades.
Os comitês são organizados em quatro níveis: municipal (Comapeti),
regional (Crapeti), estadual (Ceapeti) e nacional (Conapeti), todos autônomos
entre si. A criação e renovação dos comitês são feitas nos respectivos
encontros de adolescentes (municipal, regional, estadual ou nacional).
2. BREVE HISTÓRICO
O projeto foi idealizado pelo Ministério Público do Trabalho no Ceará (MPT/CE), através do Programa de Educação contra a Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente (Peteca), em parceria com os Núcleos de Cidadania dos Adolescentes (Nuca), do Selo Unicef.
A primeira reunião para elaboração do projeto aconteceu no dia 23.12.2015, no MPT/CE, entre o Procurador do Trabalho Antonio de Oliveira Lima, coordenador-geral do Peteca, e o adolescente Felipe Caetano, do Nuca de Aquiraz, que teve a inciativa de procurar o MPT para engajar os adolescentes na luta contra o trabalho infantil.
Em março de 2016 foi realizado o I
Encontro Cearense de Adolescentes e Jovens pela Prevenção e Erradicação do
Trabalho Infantil (Ecapeti), com a participação de adolescentes de 100 municípios cearenses, e criado o Comitê Estadual de Adolescentes e Jovens
na Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil em Ceará (Ceapeti-CE). Em junho de 2016 foi realizada a primeira conferência estadual sobre o trabalho infantil no Ceará, com as participação de cerca de 100 adolescentes eleitos como delegados nas conferências regionais.
Em setembro de 2017 foi realizado o I Encontro Nacional de
Adolescente e Jovens pela Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil
(Enapeti), com a participação de adolescentes das cinco regiões do país, e criado o Comitê Nacional (Conapeti). Na sequência foram realizados
encontros e criados comitês outros quinze estados, conformes a seguir relacionados em ordem cronológica: 1) Maranhão – 26.11.2017; 2) Pará – 26.01.2018; 3)Amapá – 15.3.2018; 4) São Paulo – 12.4.2018; 5) Piauí –
6.6.2018; 6) Roraima – 11.6.2018; 7) Santa Catarina – 12.6.2018; 8) Goiás – 14.6.2018; 9) Bahia – 20.6.2018; 10) Rondônia – 5.8.2018; 11) Sergipe – 7.8.2018;
12) Rio Grande do Norte – 12.9.2018; 13) Rio de Janeiro – 26.9.2018; 14) Acre –
22.11.2018; e 15) Paraíba – 14.12.2018
Além dos comitês estaduais, já foram realizados encontros e
criados comitês em alguns municípios (Comapeti), , principalmente no Ceará.
O presente guia metodológico tem por objetivo orientar os demais municípios na criação dos respectivos comitês.
O presente guia metodológico tem por objetivo orientar os demais municípios na criação dos respectivos comitês.
JUSTIFICATIVA
Apesar de a Constituição Federal de1988, a Convenção dos
Direitos da Criança (CDC), de 1989, e o Estatuto da Criança e do Adolescente
(ECA), de 1990 assegurarem os princípios da proteção integral e da prioridade
absoluta na garantia dos direitos da criança e do adolescente, muitas ainda
sofrem violações dos seus direitos, principalmente por meio da violência, da
exploração, da negligência, da discriminação e da falta de acesso a serviços de
saúde e de educação adequados.
Uma das violações de direito que mais afetam crianças e adolescentes é o trabalho precoce, principalmente na faixa etária entre 14 e 18 anos, onde se concentram cerca de 80% dos casos de trabalho infantil do país. Em números absolutos esse percentual corresponde a mais de dois milhões de adolescentes. A grande maioria dos que trabalham nessa faixa etária não tem qualquer proteção
trabalhista ou previdenciária.
A evasão escolar é uma dos principais prejuízos do trabalho infantil. Entre as crianças que estudam e trabalham a evasão chega a ser três vezes maior do que a verificada entre os que somente estudam. Muitos adolescentes exercem atividades insalubres, perigosas ou noturnas, dentre outras, as quais fazem parte, via de regra, da relação das Piores Forma de Trabalho Infantil.
A evasão escolar é uma dos principais prejuízos do trabalho infantil. Entre as crianças que estudam e trabalham a evasão chega a ser três vezes maior do que a verificada entre os que somente estudam. Muitos adolescentes exercem atividades insalubres, perigosas ou noturnas, dentre outras, as quais fazem parte, via de regra, da relação das Piores Forma de Trabalho Infantil.
Além do trabalho precoce, outra violação dos direitos fundamentais da criança e do adolescente é a falta de garantia de participação sociopolítica, isto é, participação nas discussões que
afetem suas vidas e suas comunidades. Crianças e adolescentes têm o direito de
serem agentes ativos da mudança em suas famílias, escolas, e comunidades. Suas
percepções são diferenciadas em relação às visões dos adultos. Por isso, a
participação deve ser efetiva e interpretada como um direito fundamental.
A participação é uma das manifestações do direito à liberdade, que
compreende, dentre outros, o direito de participar da vida familiar e
comunitária, sem discriminação e da vida política, na forma da lei (art.
16, incisos V e VII do Eca).
Esse direito também está previsto no art. no art. 227, caput e §
7º, e no art. 204 da Constituição da Federal, que prevê a participação como
umas diretrizes para o estabelecimento dos direitos da criança e do
adolescente, e exige “a participação da população, por meio de
organizações representativas, na formulação das políticas e no controle das
ações em todos os níveis”.
A Convenção sobre os Direitos da Criança da Organização das Nações
Unidas – ONU garante o direito da criança e do adolescente de serem ouvidos e
participarem das decisões que lhes digam respeito de acordo com a sua idade e
maturidade (art. 12).
O Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e
Adolescentes, tem como um de seus objetivos estratégicos “promover o
protagonismo e a participação de crianças e adolescentes nos espaços de
convivência e de construção da cidadania, inclusive nos processos de
formulação, deliberação, monitoramento e avaliação das políticas públicas”
(Eixo 3, Diretriz 6, Objetivo estratégico 6.1)
O Programa Nacional de Direitos Humanos - PNDH-3 estabelece que a
Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, em parceria com o
CONANDA, deverá assegurar a opinião das crianças e dos adolescentes será
considerada na formulação das políticas públicas voltadas para estes segmentos
(Diretriz 8, Objetivo Estratégico 1, Ação Programática E)
A Política Nacional de Participação Social tem o objetivo de
fortalecer e articular os mecanismos e as instâncias democráticas de diálogo e
a atuação conjunta entre a administração pública federal e a sociedade civil e
define dentre as instâncias de participação social os conselhos de políticas
públicas, comissão de políticas públicas, conferência nacional, consulta
pública e ambiente virtual de participação social.
O Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos considera a
mobilização e organização de processos participativos em defesa dos direitos
humanos de grupos em situação de risco e vulnerabilidade social, denúncia das
violações e construção de propostas para sua promoção, proteção e reparação,
como estratégia de educação não formal.
O processo de articulação e participação de crianças e
adolescentes nos espaços de discussão relacionados os direitos de crianças e
adolescentes, em especial nos espaços de conselhos, foram propostas aprovadas
9ª e 10ª Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente,
realizadas em 2012 e 2015, respectivamente.
A participação permanente de adolescentes, em caráter consultivo,
no âmbito do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente –
CONANDA, se dar por meio do Comitê de Participação dos Adolescentes – CPA; e do
Ambiente Virtual de Participação, sem prejuízo de outras formas de participação.
A participação de crianças e adolescentes nas ações de prevenção e
erradicação do trabalho infantil tem sido feita por meio do Comitê Nacional
(Conapeti), estaduais (Ceapeti), regionais (Crapeti) municipais
(Comapeti) de prevenção e erradicação do trabalho infantil, sem prejuízo de
outras formas de participação.
Com a presente iniciativa se busca assegurar a efetiva
participação, crianças e adolescentes e jovens da formulação e monitoramento
das políticas públicas, principalmente as relativas à prevenção e erradicação
do trabalho infantil, por meio de fóruns, comitês, conselhos, dentre outros
coletivos. Nesse sentido, fomenta-se a realização de seminários, oficinas,
rodas de conversa, atividades escolares, manifestações artísticas, dentre
outras atividades que assegurem o empoderamento de crianças, adolescentes e
jovens sobre os temas relacionados aos seus direitos.
Metodologia
Para a criação dos comitês municipais, sugere-se a realização das
seguintes atividades:
1) rodas de conversa sobre trabalho infantil;
2) escolha dos alunos que participarão do Emapeti;
3) realização do Emapeti
4) eleição e posse dos membros do Comapeti;
5) apoio ao funcionamento dos comitês
1 - Rodas de conversa nas escolas sobre trabalho infantil
Os coordenadores pedagógicos promoverão uma roda de conversa com
os alunos sobre prevenção e erradicação do trabalho infantil, observando o
seguinte roteiro:
Escolha dos alunos. Cada turma (sala de aula) do ensino
fundamenta II escolhe um menino e uma menina participar da roda de conversa.
Pesquisa. Os alunos escolhidos serão orientados a fazerem uma
rápida pesquisa na internet, ou em outras fontes, sobre o tema trabalho
infantil (conceito, tipos, piores formas, causas, mito e verdades,
consequências e propostas de solução do problema).
Coordenação e relatoria. No dia da roda de conversa, os alunos
escolherão um coordenador e um relator. Compete ao coordenador delimitar o
tempo de fala, estimular para que todos falem e assegurar o direito de fala a
todos. Compete ao relator anotar as opiniões e propostas dos alunos o tema
estudado,
Relatório. O relator escreverá um pequeno texto registrando o que
o grupo debateu (relatório da roda de conversa).
Protagonismo. Durante a roda de
conversa deverá ser assegurado o protagonismo dos alunos. A participação da
coordenação pedagógica e ou professores será apenas nas atividades de apoio ao
evento e esclarecimentos das dúvidas apresentadas pelos alunos.
Registros. As rodas de
conversa deverão ser registradas em documentos (relatórios), fotos e listas de
presença
2 – Escolha dos alunos que participarão Emapeti
Por ocasião das rodas de conversa, os alunos escolherão dois
representantes para participarem do encontro municipal, sendo um menino e uma
menina. A direção ou a coordenação pedagógica da escola informará à Secretaria
Municipal de Educação os nomes e contatos (telefone, e-mails e nomes do
pai ou mãe) dos alunos escolhidos para participar do encontro municipal de
adolescentes sobre prevenção e erradicação do trabalho infantil.
3 – Realização do EMAPETI
Promoção. A Secretaria
Municipal de Educação promoverá um encontro municipal de adolescentes sobre
prevenção e erradicação do trabalho infantil, observando o seguinte roteiro, do
qual participarão os dois alunos de cada escola (um menino e uma menina),
escolhidos por ocasião da roda de conversa na escola. As escolas que tiverem
realizado a roda de conversa antes da data do encontro municipal farão a
escolha de dois adolescentes (um menino e uma menina), os quais participarão do
encontro e promoverão a roda de conversa na escola após o encontro. Cada a escola não tenha realizado a roda de conversa, a escolha dos adolescentes poderá ser feita pela Direção ou Coordenação Pedagógica da escola.
Sugestão de programação:
· Palestra sobre
trabalho infantil. Conceito. Exceções. Formas. Panorama. Políticas Públicas.
Ações Estratégicas.
· Oficinas temáticas
sobre prevenção e erradicação do trabalho infantil (os adolescentes serão
divididos em 5 grupo. Cada grupo debaterá dois temas da relação abaixo):
1. Conceito - o que é e o que
não é trabalho infantil?
2. Panorama – que tipos de
trabalho infantil existem no município? Citar exemplos
3. Mitos - como combater os
mitos do trabalho infantil?
4. Causas - por que as
crianças e adolescentes são exploradas no trabalho precoce?
5. Consequências - quais os
prejuízos do trabalho infantil para as vida das crianças (na educação,
saúde e desenvolvimento psicossocial)?
6. Políticas públicas (o que
está sendo feito para combater o trabalho infantil no na sua escola, comunidade
ou município?
7. Desafios – o que ainda
precisa ser feito para erradicar o trabalho infantil?
8. O papel da Escola – o que
a escola pode fazer para prevenir o trabalho infantil?
9. Protagonismo – como os
adolescentes podem ajudar a combater o trabalho infantil?
10. Aprendizagem Profissional – O que é e quem pode
ser aprendiz? Quem é obrigado a contratar aprendiz?
· Propostas dos
adolescentes para prevenção e erradicação do trabalho infantil: apresentação
dos resultados das oficinas temáticas.
· Eleição dos novos
do Membros do Comitê Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil
no Estado de São Paulo (Ceapeti-SP).
Protagonismo. Durante a roda de
conversa deverá ser assegurado o protagonismo dos alunos. A participação dos
educadores será apenas nas atividades de apoio ao evento, e esclarecimentos de
dúvidas apresentados pelos alunos.
Coordenação e relatoria das oficinas. Cada grupo de trabalho escolherá um coordenador e um relator.
Compete ao coordenador delimitar o tempo de fala, estimular para que todos
falem e assegurar o direito de fala a todos. Compete ao relator anotar as
opiniões e propostas dos alunos o tema estudado e apresenta-la na plenária.
Relatoria geral. A plenária escolherá
relator geral que um pequeno texto registrando as propostas dos grupos
(relatório da oficina).
Registros. O Emapeti deverá
ser registrada em documento (relatório), fotos e listas de presença
2 – Eleição dos membros do Comapeti
Por ocasião do Emapeti, os adolescentes elegerão os membros do
comitê municipal de adolescentes pela prevenção e erradicação trabalho infantil
(Comapeti), composto de até 30 membros, observados os seguintes critérios:
a) Mandato de até 2 anos, contados data da posse;
b) paridade de gênero (15 vagas para meninos e 15
vagas para meninas)
c) representatividade das escolas (garantia de
pelo menos uma vaga por escola, até o limite de 30 escolas)
d) representatividade dos distritos/localidade
(garantia de pelo menos uma vaga por distrito, bairro ou localidade)
e) diversidade – garantia de cotas para os grupos
populacionais vulneráveis e comunidades tradicionais - pessoas com
deficiências, índios, quilombola, ciganos, matrizes africanas (pelo menos uma
vaga por segmentos, se estiverem presentes no encontro).
f) aclamação – se o número de
candidatos for igual ou inferior ao número de vagas, a eleição será por
aclamação. O número de candidatos, para fins de aclamação, será verificado em
relação a cada gênero.
Posse. Os membros do comitê tomarão posse durante o Emapeti, logo
após a eleição. A posse será legitimada pela plenária (participantes do
encontro).
A Secretaria Municipal de Educação encaminhará ao MPT/Conapeti
relação contendo nome, data de nascimento, ano/serie, escola, email e whatsaap
dos adolescente eleitos como membros (titulares e suplementes) do Comapeti
Apoio ao funcionamento do Comapeti
As escolas e secretarias municipais de educação apoiarão as
atividades dos comitês, tais como reuniões do colegiado, campanhas e
demais atividades do plano de ação, bem como participação de eventos sobre
trabalho infantil e demais temas relacionados aos direitos da criança e do
adolescente, promovidos pelo MPT e pelos órgãos e entidades da rede de proteção
local.
Outros parceiros
Outros parceiros
Associação para o Desenvolvimento dos Município do Estado do Ceará - APDMCE, Procuradorias Regionais do Trabalho, Fóruns Estaduais de Prevenção
e Erradicação do Trabalho Infantil. Tribunais Regionais do Trabalho. Fóruns
Estaduais, Rede Peteca, Secretárias Municipais e Estaduais (de Educação e de
Desenvolvimento Social).
terça-feira, 19 de março de 2019
RORAIMA OCUPA O PRIMEIRO E O ÚLTIMO LUGAR EM CONTRATAÇÃO DE APRENDIZES NO BRASIL
O Estado
de Roraima apresentou o maior índice de
contratação de aprendizes do Brasil no período de janeiro a setembro de 2018
(51%), segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED),
divulgados pelo então Ministério do Trabalho (incorporado ao Ministério da
Economia em janeiro de 2019). O índice corresponde ao percentual de efetiva
contratação de aprendizes, calculado sobre o potencial de contratação, isto é, total de vagas caso todas as
empresas de Roraima cumprissem cota mínima de 5% prevista em lei.
Porém,
quando se analisa o número absoluto, isto é, o total de aprendizes contratados,
Roraima o menor quantitativo entre todas as unidades da Federação (567). Esta
oscilação entre o primeiro e último lugar se explica porque o Estado tem o
menor potencial de contratação de aprendizes do pais: se todas as empresas de Roraima cumprissem a cota mínima, apenas 1.122 jovens seriam contratados.
Assim, os 567 aprendizes contratados, apesar de ser o menor número de
aprendizes do Brasil, representa 51% do potencial de contratação, índice que
não foi alcançado pelos demais estados.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019
ADOLESCENTE DE ESPERANTINA-PI REÚNE GESTORES ESCOLARES PARA CRIAR COMITÊ MUNICIPAL DE PREVENÇÃO AO TRABALHO INFANTIL
Gestores
de 37 escolas do Município de Esperantina-PI se reuniram nesta terça-feira (5
de fevereiro) para tratar da criação do Comitê Municipal de Adolescentes pela
Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (Comapeti). A Secretaria Municipal
de Educação de Esperantina se comprometeu a apoiar a realização do encontro de
criação do Comapeti. A proposta é que cada escola eleja dois representantes (um
menino e menina) para o comitê municipal.
A iniciativa partiu da adolescente Iziane Silva dos Santos (14), aluna do 9º na Escola Municipal Umbelino Rebelo. A adolescente representa Esperantina no Comitê Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (Ceapeti-PI), criado no dia 6 de junho de 2018, em Teresina, por ocasião do primeiro Encontro Estadual de Adolescentes pela Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil no Piauí - Epapeti. No dia 18 de janeiro ela voltou a Teresina, acompanhada da Professora Cleomar, para participar uma videoconferência com adolescentes do Comitê Nacional (Conapeti) e dos comitês estaduais (Ceapeti) para planejamento das atividades de 2019. Uma das atividades programadas no evento foi criação de comitês municipais.
Ao retornar ao seu Município, a adolescente procurou a
Secretária Municipal de Educação Município, Elisabete Silva Aguiar e apresentou
a proposta de criação do comitê, tendo solicitado a reunião com os gestores
escolares, no que foi prontamente atendida. "O que me motivou a tomar essa
iniciativa foi a vontade te tirar crianças e adolescentes do meio das ruas e
colocá-los nas escolas", declarou Iziane. O próximo passo será
realizar o encontro e criar o comitê municipal (Comapeti), o que está previsto
para acontecer logo após o início do ano letivo.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2019
ADOLESCENTES DE ARACAJU SE REUNEM NO MPT E PLANEJAM AÇÕES PARA COMBATER O TRABALHO INFANTIL

Doze adolescentes da capital sergipana se
reuniram na manhã desta quinta-feira (10 de janeiro), na sede do Ministério Público do
Trabalho em Sergipe (MPT/SE), para debater e planejar as ações de prevenção e
combate ao trabalho infantil que realizarão em 2019. Eles fazem parte do Comitê Municipal de
Adolescentes pela Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (Comapeti) de
Aracaju, criado no dia 7 de agosto de 2018, por ocasião do I Encontro Sergipano
de Adolescentes pela Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (Esapeti). Na
ocasião, foi criado, também, o comitê estadual (Ceapetise), do qual fazem parte
quatro adolescentes do colegiado municipal.
A
reunião foi mediada pelo Procurador do Trabalho Antonio de Oliveira Lima
(MPT-CE), por videoconferência. Ele é o co idealizador (juntamente com o adolescente Felipe Caetano, de Aquiraz-CE) e mobilizador
nacional dos comitês de adolescentes contra o trabalho infantil, projeto criado
em 2016, como parte integrante do Programa de Educação contra a Exploração do
Trabalho da Criança e do Adolescente (Peteca),
executado pelo MPT/CE desde 2008.

Também
participaram da reunião representantes do Fórum Estadual de Prevenção e
Erradicação do Trabalho Infantil (Fepeti-SE), da Secretaria Municipal de
Educação (Semed) e das escolas nas quais estudam os adolescentes membros do Comitê. Após
a apresentação dos participantes, o Procurador Antonio Lima fez uma breve
exposição das ações realizadas pelos comitês de adolescentes em todo o Brasil, desde o início do
projeto, em março de 2016, quando foi criado o primeiro comitê
estadual (Ceapeti Ceará), com destaque para a criação do comitê nacional
(Conapeti), em setembro de 2017, e de comitês em outros 15 unidades da
Federação, em 2018.
O
Procurador falou também sobre o Projeto
de Lei de Iniciativa Popular, que está em fase
de consulta pública, e convidou os membros do Comapeti para atuarem
como mobilizadores
de outros adolescentes, dos órgãos públicos e entidades da sociedade civil, com o objetivo de
coletar um milhão e meio de assinaturas de apoiamento ao projeto, que tem por
objetivo assegurar o direito à participação sociopolítica de crianças e
adolescentes nos espaços de convivência e de construção da cidadania inclusiva
na discussão, deliberação e monitoramento das políticas públicas relacionadas
aos seus direitos.
Em
seguida os adolescentes se dividiram em grupos para debater o conceito, as
causas, as consequências e as políticas públicas de prevenção e combate ao trabalho infantil. Após os debates, os relatores dos grupos apresentaram as
conclusões e propostas, a seguir descritas:
Grupo
I - Tema: Conceito de trabalho infantil.
Membros:
Emilly (relatora), Anthony e Jhon
Conclusões:
o grupo considera que o trabalho precoce ocorre quando
crianças e adolescentes trabalham como adultos sem ganhar o mesmo
salário ou outra recompensa, e acaba se
prejudicando, porque fica fora da escola, arrisca a vida e fica longe da família.
Grupo
II - Tema: Causas do Trabalho Infantil.
Membros:
Ísis (relatora) Ketily e Clarice
Conclusões: o grupo entende que na maioria das vezes esses os adolescentes procuram
trabalho para ajudar a família, mas também há os que trabalham porque querem
comprar bens de uso próprio, como roupas, calçados, celulares e seus pais não
têm condições de custear. Acreditam os membros do grupo que o adolescente toma
essa decisão porque não entende que isso pode causa vários problemas para sua
vida no futuro, como dores musculares e outros agraves à saúde, além de atraso
ou evasão escolar. Destacaram que muitos alunos deixam os estudos para
trabalhar. O grupo debateu, também,
sobre os tipos de trabalho que os adolescentes tem realizado em Aracaju e
concluíram que os mais comuns são: carrego nas feiras, catação de laranja, e
exploração sexual de meninos e meninas.
Grupo
III - Tema: Consequências do trabalho infantil
Membros: Wesley (relator) Alana Grazielle e MoisésConclusões: o grupo entende que o trabalho precoce afeta o desenvolvimento social, prejudica os estudos e causa agravos à saúde das crianças e adolescentes.
Grupo IV. Tema: Proposta de políticas públicas para prevenção e erradicação do trabalho infantil em Aracaju
Membros: Jorge (relator), Geovanna e Andréa
Conclusão: o grupo apresentou seis propostas, que foram aprovadas pela plenária, quais sejam:
Conclusão: o grupo apresentou seis propostas, que foram aprovadas pela plenária, quais sejam:
1.
Implementar o ensino em tempo integral nas escolas da rede municipal;
2. Reforçar
a fiscalização contra o trabalho infantil, nos bares e orla marítima;
3.
Criar unidades de atendimento para crianças e adolescentes vítimas do trabalho
infantil;
4.
Implementar projetos pedagógicos que alertem os alunos e comunidade sobre os
riscos do trabalho infantil
5.
Ampliar as oportunidades de emprego na condição de aprendiz para adolescentes
em situação de trabalho infantil.
6. Ampliar as oportunidades de profissionalização para os adolescentes de escolas públicas
6. Ampliar as oportunidades de profissionalização para os adolescentes de escolas públicas
Propostas para o Plano de Ação de Comapeti Aracaju:
Após a apresentação dos grupos de trabalho, foram aprovadas as propostas abaixo relacionadas, o Plano de Ações do Comapeti Aracaju em 2019:
1.
Definir a agenda de reuniões do comitê;
2.
Eleger uma condenação colegiada, com um representante por escola;
3.
Mobilizar os adolescentes para coleta de assinaturas de apoio ao PL da Participação;
4. Buscar parceria junto às demais escolas da rede municipal para que escolham dois adolescentes (um menino e uma menina) para participar do comitê.
4. Buscar parceria junto às demais escolas da rede municipal para que escolham dois adolescentes (um menino e uma menina) para participar do comitê.
5.
Participar das reuniões do Fórum Estadual (Fepetise);
6.
Realizar rodas de conversa nas escolas sobre o tema trabalho infantil e
participação sociopolítica de crianças e adolescentes, com participação de 2
alunos de cada turma do Ensino Fundamental II;
7.
Realizar pesquisa nas escolas, com o objetivo de identificar crianças e
adolescentes em situação de trabalho;

8. Articular parceria com a assistência social para a realização de visitas nas famílias com crianças e adolescentes em situação de trabalho, conforme resultado da pesquisa feita nas escolas;
9.
Participar das audiências públicas da Semana Nacional de Aprendizagem, para
sensibilizar as empresas a contratarem aprendizes, prioritariamente pelo
critério social, com o objetivo de atender adolescentes que estejam em situação
de trabalho infantil ou outros riscos sociais.
Novas propostas poderão ser apresentadas pelos membros do comitê, através do grupo Comapeti Aracaju, no WhatsApp.
Agradecimentos
Ao final da reunião do Procurador Antonio Lima agradeceu a presença de todos e o apoio da Procuradoria Regional do Trabalho da 20ª Região (MPT/SE), nas pessoas do Procurador-Chefe, Emerson Albuquerque Resende, da servidora Katia Silene Rodrigues Prado Nery, Chefe de Gabinete do Procurador-Chefe Substituta e do estagiário Keomas da Silva Santos, da Divisão de TI. Também agradeceu o apoio da Secretaria Municipal de Educação de Aracaju (SEMED), do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), do Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (Fepeti) e das Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEF) Jornalista Orlando Gomes, Olga Benário, Alcebíades Melo Vilas Boas e José da Costa Melo, por viabilizarem a participação dos adolescentes.
Adolescentes que participaram da reunião:
Representantes dos órgãos e entidades participantes:
Novas propostas poderão ser apresentadas pelos membros do comitê, através do grupo Comapeti Aracaju, no WhatsApp.
Agradecimentos
Ao final da reunião do Procurador Antonio Lima agradeceu a presença de todos e o apoio da Procuradoria Regional do Trabalho da 20ª Região (MPT/SE), nas pessoas do Procurador-Chefe, Emerson Albuquerque Resende, da servidora Katia Silene Rodrigues Prado Nery, Chefe de Gabinete do Procurador-Chefe Substituta e do estagiário Keomas da Silva Santos, da Divisão de TI. Também agradeceu o apoio da Secretaria Municipal de Educação de Aracaju (SEMED), do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), do Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (Fepeti) e das Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEF) Jornalista Orlando Gomes, Olga Benário, Alcebíades Melo Vilas Boas e José da Costa Melo, por viabilizarem a participação dos adolescentes.
Adolescentes que participaram da reunião:
NOME
|
ESCOLA
|
|
EMEF
Alcebíades Melo Vilas Boas
|
|
EMEF
Jornalista Orlando Dantas
|
|
EMEF
Olga Benário
|
|
EMEF
Professor José da Costa melo
|
|
EMEF
Jornalista Orlando Dantas
|
|
EMEF
Olga Benário
|
|
EMEF
Jornalista Orlando Dantas
|
|
EMEF
Jornalista Orlando Dantas
|
|
EMEF
Jornalista Orlando Dantas
|
|
EMEF
Jornalista Orlando Dantas
|
|
EMEF
Jornalista Orlando Dantas
|
|
EMEF
Olga Benário
|
Representantes dos órgãos e entidades participantes:
NOME
|
CARGO OU FUNÇÃO
|
ORGÃO ENTIDADE
|
Antonio
de Oliveira Lima
(mediador
da reunião, por videoconferência)
|
Procurador
do Trabalho, Coordenador Geral do Peteca e Mobilizador Nacional dos Comitês
de Adolescentes (Conapeti, Ceapeti, Crapeti e Comapeti)
|
MPT/CE
|
Danival
Lima Falcão
|
Conselheiro
CMDCA pela SEMED. Membro do FEPETI pelo CMDCA
|
SEMED
Aracaju
|
Heverton
Ramon
|
Assistente
Social
|
SEMED
Aracaju
|
Itamara
Leite Lopes
|
Diretora
de Escola
|
EMEF
Prof. José da Costa Melo
|
Guilherme
Alexandre Santos
|
Professor/Estagiário
|
EMEF
Jornalista Orlando Dantas
|
Andreia
|
Professora
|
EMEF
Olga Benário
|
Keomas
da Silva Santos
|
Estagiário
|
MPT/SE
|
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